Saúde feminina: por que a medicina ainda falha com as mulheres?
Diagnósticos tardios, tratamentos inadequados e a dor desacreditada revelam o impacto do viés de gênero na medicina.
Diagnósticos tardios, tratamentos inadequados e a dor desacreditada revelam o impacto do viés de gênero na medicina.
Da Constituinte de 1988 ao STF de hoje, o que mudou, o que retrocedeu e o que ainda resiste na luta pelo direito ao aborto no Brasil.
Aprovado no Senado, projeto reconhece o ecossistema que sustenta a violência de gênero, equipara o ódio contra mulheres a outras formas de discriminação e endurece punições. Projeto ainda precisa do aval da Câmara dos Deputados e do presidente Lula.
Da Coreia do Sul para o mundo? No quarto capítulo da série Feminismos, mostramos como num país habituado a ditar o futuro – mas sem direitos básicos para as mulheres – nasceu o 4B.
Recém-lançado no Brasil, o livro de Gisèle Pelicot, a francesa que foi drogada pelo marido e estuprada por dezenas de homens, coloca a vergonha onde ela tem que estar: do lado dos abusadores.
No terceiro episódio da série Feminismos, você descobre como o feminismo negro reorganizou o debate sobre gênero, raça e poder – e por que falar de igualdade entre mulheres sem considerar o colonialismo pode ser intelectualmente frágil.
Vinte anos depois da aprovação da lei Maria da Penha, a ativista sofre perseguições digitais por parte de seu agressor e afirma que educação e políticas públicas são fundamentais para avançarmos na luta contra a violência de gênero.
No primeiro episódio da série Feminismos, você entende por que, num mundo cada vez mais polarizado, a conciliação pode ser a última fronteira da luta feminista.
Com atividades de cultura e bem-estar, a start-up Prateados coloca a maturidade em pauta e incentiva a ocupação da cidade.
Com ferramentas da neurociência, o neuromarketing estuda o comportamento do consumidor para mostrar como algumas decisões são feitas bem antes de termos consciência delas.
Comunidades como o #kleptotwt revelam como linguagem, pertencimento e visibilidade moldam novas formas de transgressão juvenil no TikTok, no X e além.
Esta é a Tempos de Tela, uma coluna mensal para digerir o excesso de tempo que passamos online. A cada edição, um texto que conecta o que tenho lido, visto e ouvido aos debates sobre tecnologia e cultura digital.
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